sábado, abril 5, 2025
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Por que o BBB25 não permite sextoys no confinamento?

Proibição de sextoys no BBB25: uma estratégia ou conservadorismo?

Vitoria Strada e Gracyanne Barbosa, atualmente confinadas no BBB25, revelaram que não puderam levar sextoys para a casa mais vigiada do Brasil. A declaração chamou atenção do público e levantou uma pergunta instigante: por que o programa veta o uso desses itens? Seria uma tentativa de agradar uma parcela mais conservadora da audiência ou uma estratégia para elevar ainda mais as tensões entre os participantes?

Embora o reality seja projetado para colocar os confinados sob pressão extrema, a proibição de itens relacionados ao prazer sexual gera discussões sobre os impactos dessa decisão no bem-estar físico e emocional dos brothers e sisters.

Para a sexóloga Natali Gutierrez, CEO da Dona Coelha, o veto aos sextoys pode ter consequências diretas no comportamento dos participantes. “A ausência de momentos de prazer, mesmo que individuais, pode intensificar o estresse e a irritabilidade. Isso porque o prazer sexual ajuda na liberação de endorfina, dopamina e ocitocina – hormônios que regulam o humor e proporcionam sensação de bem-estar. No confinamento, onde as emoções já estão à flor da pele, a privação pode exacerbar os ânimos”, explica Natali.

Já Renan de Paula, cofundador da Dona Coelha e também sexólogo, destaca que o veto pode ser uma estratégia deliberada do programa para criar conflitos. “A tensão sexual reprimida e a falta de opções para aliviar o estresse podem levar os participantes a interações mais explosivas e emocionais, o que, no contexto do reality, é ótimo para audiência. No entanto, essa escolha também reforça tabus e moralidades ultrapassadas, especialmente quando se trata do prazer individual das mulheres.”

Conservadorismo ou estratégia de entretenimento?

O veto de sextoys pode estar ligado a questões culturais e a um receio de criar polêmicas que dividam o público. Afinal, o prazer sexual – e especialmente o feminino – ainda é tratado como tabu em muitas esferas da sociedade “Ao impedir o acesso a esses itens, o programa também desperdiça a chance de normalizar uma conversa mais aberta sobre sexualidade e autocuidado”, finaliza Renan.

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