No último dia 21 de fevereiro, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma acusação chocante contra o grupo Hamas, afirmando que os militantes assassinaram brutalmente os irmãos Ariel Bibas, de quatro anos, e Kfir Bibas, de apenas dez meses, durante o cativeiro na Faixa de Gaza. Segundo o líder israelense, as crianças foram mortas “com as próprias mãos” pelos terroristas em novembro de 2023 (O Globo).
A situação se agravou ainda mais com a devolução dos corpos das crianças como parte de um acordo de cessar-fogo. No entanto, o corpo da mãe, Shiri Bibas, não foi entregue. Em vez disso, as autoridades israelenses receberam o corpo de uma mulher palestina não identificada, o que gerou grande revolta e indignação no governo de Israel (The Guardian).
Netanyahu foi enfático ao afirmar que o Hamas “pagará o preço completo por esta cruel e atroz violação do acordo”. O grupo, por sua vez, nega as acusações e alega que as mortes ocorreram devido a um bombardeio israelense, o que aumenta ainda mais a tensão e a troca de acusações entre as partes (New York Post).
Essa situação reforça o cenário de violência e sofrimento no conflito entre Israel e o Hamas, que já deixou inúmeras vítimas inocentes de ambos os lados. A comunidade internacional acompanha de perto os desdobramentos, buscando uma solução para o fim da violência na região (The Times).
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