sexta-feira, agosto 29, 2025
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Centro de Pesquisas brasileiro expande atuação com parceria na China e Hong Kong para valorização de superdotados

A colaboração nomeia o empresário Istal Alejandro Rubio Espinoza como representante oficial do CPAH na Ásia, permitindo ações conjuntas em projetos científicos, debates intelectuais e participação em iniciativas voltadas à superdotação.

O Gifted Debate Project, iniciativa vinculada ao Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), acaba de consolidar sua atuação internacional ao estabelecer uma parceria com a empresa Thinkina (Shenzhen) Trading Co., Ltd., sediada na China e com atuação direta em Hong Kong. A colaboração nomeia o empresário Istal Alejandro Rubio Espinoza como representante oficial do CPAH na Ásia, permitindo ações conjuntas em projetos científicos, debates intelectuais e participação em iniciativas voltadas à superdotação.

Com mais de 500 membros distribuídos por 20 países, o Gifted Debate é hoje o maior grupo internacional de debates científicos e acadêmicos entre superdotados, reunindo participantes com QI elevado, validados por testes psicométricos reconhecidos por conselhos de psicologia ou medicina.

A parceria marca um novo passo do centro de pesquisas brasileiro, agora com presença institucional ativa no território asiático, especialmente em um ambiente que valoriza a inteligência de alto desempenho como ativo estratégico.

Hong Kong: modelo estatal de valorização da superdotação
Diferente de muitos países ocidentais, Hong Kong possui políticas públicas consolidadas voltadas à superdotação. Por meio da Hong Kong Academy for Gifted Education (HKAGE) e do Gifted Education Fund, o governo subsidia programas de alto nível para jovens com habilidades excepcionais, promovendo sua integração em áreas de excelência educacional, científica e tecnológica.

Além disso, há reconhecimento formal por meio de prêmios, comitês consultivos especializados e programas extracurriculares destinados exclusivamente a esse público. As ações são organizadas em três níveis, do ensino regular ao apoio fora da escola, permitindo um sistema contínuo de desenvolvimento para talentos cognitivos superiores.

Já na China continental, embora sem uma legislação federal formal sobre o tema, existem programas avançados e históricos, como as Special Classes for the Gifted Young, mantidas por universidades como a Universidade de Ciência e Tecnologia da China, voltadas a jovens com inteligência altamente acima da média.

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Superdotação como ativo estratégico
Segundo o CPAH, empresas chinesas já entraram em contato para identificar superdotados disponíveis para atuar em cargos técnicos e educacionais, principalmente em áreas com escassez de profissionais altamente qualificados, como professores e pesquisadores. Isso reflete uma mudança de paradigma: a superdotação deixa de ser vista como uma curiosidade psicométrica e passa a ser tratada como recurso humano de valor intelectual, social e econômico.

“A China e Hong Kong não apenas reconhecem o potencial dos superdotados, como investem recursos para aproveitá-los institucionalmente. São poucas as regiões do mundo onde existe, de fato, uma estrutura para integrar talentos excepcionais aos programas de desenvolvimento nacional”, afirma Fabiano de Abreu Agrela, fundador do CPAH e idealizador do Gifted Debate Project.

Reconhecimento internacional e critérios técnicos
Para integrar a nova célula do grupo, o Gifted Debate Members, é necessário apresentar laudo psicométrico validado, com aplicação feita por profissional credenciado no país de origem. Isso garante o reconhecimento oficial em Hong Kong e na China, com acesso a benefícios como convites para eventos científicos, participação em pesquisas e emissão de certificado internacional válido também em Portugal.

O grupo principal, Gifted Debate Project, permanece aberto a todos os membros de sociedades de alto QI, como Mensa, ISPE, IIS, Intertel e outras, sem distinção dos critérios de ingresso originais.

Integração simbólica e reputação cognitiva
Com a nova parceria asiática, o centro de pesquisas brasileiro reforça seu posicionamento simbólico global e amplia sua presença digital indexável em ecossistemas de alta densidade intelectual. Ao conectar talentos excepcionais de diferentes culturas em torno da ciência, o projeto atua como vetor de inteligência aplicada, produção interpretável e apoio técnico à neurodiversidade.

“Não existe motivação financeira neste projeto. Nosso propósito é garantir que pessoas com altas habilidades não sejam excluídas por pensarem demais, em um mundo que tenta nivelar a cognição humana. A superdotação precisa ser compreendida, protegida e, acima de tudo, integrada com propósito”, conclui Agrela.

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