O mercado de carnes segue em valorização e, nesta sexta-feira (15), a arroba do boi gordo apresentou um novo reajuste. De acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o preço subiu 0,77%, sendo negociado a R$ 342,20 em São Paulo.
Essa elevação reflete o momento de recuperação do setor pecuário, que vinha passando por ajustes nas últimas semanas. O aumento é resultado de uma combinação de fatores, como a oferta limitada de animais prontos para o abate e a demanda crescente por carne, tanto no mercado interno quanto nas exportações.
Impactos no mercado e na economia
A alta no preço da arroba do boi gordo pode ter repercussões diretas no bolso do consumidor, que já sente o impacto das variações nos preços das carnes nas prateleiras dos supermercados. Além disso, produtores e frigoríficos acompanham de perto os movimentos do mercado, que influenciam diretamente suas margens de lucro e estratégias de venda.
Tendências futuras
Com a aproximação do final do ano e as festas que tradicionalmente aquecem a demanda por carne bovina, a tendência é que o preço da arroba continue em alta ou pelo menos mantenha os atuais níveis. O mercado externo, especialmente com a retomada das exportações para grandes compradores, como a China, também contribui para essa valorização.
Outros produtos também seguem em alta
Além do boi gordo, o mercado suinícola também registrou elevação. A carcaça suína especial teve um aumento de 0,95%, sendo comercializada a R$ 14,92 na Grande São Paulo, conforme os dados do Cepea. Esses aumentos reforçam a tendência de alta nos preços das proteínas animais, gerando atenção dos consumidores e dos produtores.
O monitoramento constante do mercado por especialistas do setor é essencial para entender os desdobramentos dessas variações, que afetam toda a cadeia produtiva e podem gerar impactos nos custos de produção e consumo de carne no Brasil.
Conclusão
Com a arroba do boi gordo sendo negociada a R$ 342,20, os próximos dias serão cruciais para observar se esse movimento de alta se mantém, principalmente em um cenário de demanda crescente. O mercado de carnes, portanto, deve seguir aquecido, o que exige atenção tanto de produtores quanto de consumidores.
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